Quem viaja em busca de valores culturais ou de atividades de ar livre e de comunhão com a natureza, como o golfe, a caça, a pesca, ou desportos-aventura como a escalada ou o raft, mais tarde ou mais cedo acaba por fazer de Amarante um destino óbvio.
Amarante é uma verdadeira encruzilhada: a sua história, os seus monumentos, as suas tradições. É também uma placa giratória a proporcionar a descoberta das Terras de Basto, de Trás-os-Montes, do Douro, e, um pouco mais ao longe, mas facilitada pelas novas estradas, da própria cidade do Porto.
Se é a natureza que chama, o destino é o rio Tâmega ou são as serras da Abobobeira e do Marão, oferecendo ambas paisagens de sonho e aldeias de gente afável, acolhedora, ricas de tradições e com uma arquitetura marcada de granito e xisto. Se o apelo é do espírito, então o percurso é feito na cidade, rica de património histórico e cultural. Em qualquer dos casos, a gastronomia e doçaria regionais, acompanhadas por um vinho verde fresco e retemperador, constituem momentos de degustação únicos numa experiência de sabores. Obrigatórias são as visitas ao convento e igrejas de S. Gonçalo, S. Pedro e S. Domingos, aos museus Amadeo de Souza-Cardoso e de Arte Sacra. Depois, é também imperativo ver o Românico espalhado pelo município e admirar pórticos, arcos, tímpanos e capitéis com toda a sua ornamentação alegórica.