| Gabinete Técnico Florestal - Comissão Municipal DFCI |
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Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Amarante foi constituida pelas seguintes entidades:
♦ Câmara Municipal de Amarante (Dr. Armindo Abreu, Presidente da C.M.A.);
♦ Bombeiros Voluntários de Amarante (Comandante Fernando Rocha);
♦ Bombeiros de Vila Meã (Comandante Albano Teixeira);
♦ Unidade de Gestão Florestal do Tâmega (Eng. António Martinho);
♦ Guarda Nacional Republicana de Amarante (Tenente Nuno Alves);
♦ Guarda Nacional Republicana de Vila Meã (Sargento Alves);
♦ Associação Florestal de Entre Douro e Tâmega (Eng. António Neto);
♦ Autoridade Florestal Nacional (Eng. Silvino Sousa);
♦ Representante dos Baldios do Concelho (Prof. Arménio Miranda);
♦ Representante das Juntas de Freguesia (Armando Carvalho, Presidente Junta Freguesia de Ansiães);
♦ CNE Agrupamento 448 de Amarante (Luis Valente);
♦ CNE Agrupamento 925 de Ataíde (José Sousa Vieira).
Atribuições
♦ Articular a actuação dos organismos com competências em matéria de incêndios florestais, no âmbito da sua área geográfica;
♦ Elaborar um plano de defesa da floresta que defina as medidas necessárias para o efeito e que inclua a previsão e planeamento integrado das intervenções das diferentes entidades perante a ocorrência de incêndios, em consonância com o Plano Nacional de Prevenção e Protecção da Floresta contra Incêndios (PNPPFCI) e com o respectivo plano regional de ordenamento florestal;
♦ Propor à Autoridade Florestal Nacional de acordo com o estabelecido nos planos referidos na alínea b), os projectos de investimento de prevenção e protecção da floresta contra incêndios e levar a cabo a sua execução;
♦ Desenvolver acções de sensibilização da população, de acordo com o definido no PNPPFCI;
♦ Promover a criação de grupos de autodefesa dos aglomerados populacionais integrados ou adjacentes a áreas florestais, sensibilizando para tal a sociedade civil e dotá-los de meios de intervenção, salvaguardando a formação do pessoal afecto a esta missão, para que possa actuar em condições de segurança;
♦ Executar, com o apoio da Autoridade Florestal Nacional, a elaboração de cartografia de infra-estruturas florestais, delimitação de zonas de risco de incêndio e de áreas de abandono;
♦ Proceder à sinalização das infra-estruturas florestais de prevenção e protecção da floresta contra incêndios, para uma utilização mais rápida e eficaz por parte dos meios de combate;
♦ Identificar e propor as áreas florestais a sujeitar a sinalização, com vista ao condicionamento do acesso, circulação e permanência;
♦ Colaborar na divulgação de avisos às populações, no âmbito do sistema nacional de divulgação pública do índice de risco de incêndio;
♦ Aprovar os planos de fogo controlado que lhe forem apresentados pelas entidades proponentes, no âmbito do previsto no Regulamento do Fogo Controlado;
♦ Em matéria de incêndios florestais assegurar, em situação de acidente grave, catástrofe ou calamidade, o apoio técnico ao respectivo Centro Municipal de Operações de Emergência e Protecção Civil (CMOPEC).
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